Um mar matinal. Um mar do começo. Um mar primevo.
Um mar ainda nascendo do mistério.
Um mar virginal e azul.
Um barco que fosse o primeiro barco que eu visse.
Um barco com a vela panda, acusando
a presença do vento novo
no imenso côncavo azul.
Esse mar e esse barco. E a alma que eu perdi para sempre,
que para sempre deixei nos olhos e nas bocas
da hora azul . . .
Tasso da Silveira
In: Puro Canto
OI FLORZINHA LINDO BLOG SEGUINDO, ME SEGUE DE VOLTA? *-* AH CASO PRECISE DE ALGO É SO PEDIR QUE ATENDEREI, BJUNHUUSS
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